Estandarte de Ouro anuncia mudanças no júri e novas categorias de premiação

Neste Carnaval, o “Oscar do samba” retoma o prêmio de melhores fantasias, que volta à programação oficial depois de cinco décadas, além de contar com novos jurados e mudanças no critério de escolha para melhor ala e ala das baianas.
Em sua 54ª edição, o Estandarte de Ouro, tradicional premiação do Carnaval Carioca, apresenta uma série de novidades em sua programação e no júri oficial. Com o objetivo de celebrar a alegria e a dedicação das escolas de samba, o prêmio resgata categorias históricas, como a de melhores fantasias, e atualiza seus critérios de seleção, agora com foco na animação espontânea dos foliões.
Realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA, o Estandarte reúne um time de jurados formado por personalidades do carnaval, do jornalismo e da música brasileira, responsáveis por eleger a grande campeã do ano.


Com sabor de nostalgia, a categoria “melhores fantasias” retorna após ter sido concedida apenas nos quatro primeiros anos da premiação. A iniciativa busca valorizar o talento dos criadores dos mais de 300 figurinos das alas e dos responsáveis pela concepção visual dos carros alegóricos. A mudança impacta diretamente as categorias de “melhor ala” e “ala das baianas”, que passarão a considerar prioritariamente a empolgação e a performance dos componentes, e não apenas o conjunto visual.
“Quando selecionávamos a melhor ala, muitas vezes ficávamos encantados com o impacto visual do conjunto, o que tornava difícil escolher apenas uma. Entendemos que fazia sentido criar um prêmio específico para as melhores fantasias”, afirma o jornalista Marcelo de Mello, presidente do júri.
Ao lado dele, outros 12 jurados compõem o grupo responsável pela escolha das finalistas ao fim de cada noite de desfiles do Grupo Especial. Integram o júri do Estandarte de Ouro 2026: a cantora e pianista Ifátókí; o jornalista, escritor e comentarista Aydano André Motta; o jornalista e crítico musical Bernardo Araújo; a pesquisadora e escritora Rachel Valença; a cantora e comunicadora Dorina; a professora da Universidade Federal do Paraná, Juliana Barbosa; o empresário e jornalista Bruno Chateaubriand; o violonista e pesquisador Luís Filipe de Lima; o percussionista Odilon Costa; a historiadora, pesquisadora e professora Angélica Ferrarez; o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e escritor Felipe Ferreira; e o jornalista e escritor Leonardo Bruno.
Ao final do Carnaval carioca, na Quarta-feira de Cinzas (18), três agremiações disputarão o prêmio principal. O resultado oficial será divulgado nos sites de O GLOBO e EXTRA.
Assim como ocorreu no ano passado, os jornais convidam personalidades ligadas ao carnaval para participar da escolha da vencedora ao lado dos jurados oficiais. Esse grupo vota exclusivamente na categoria de melhor escola, escolhendo uma das três finalistas. O título será concedido à agremiação que obtiver maioria simples dos 21 votos — 13 dos jurados oficiais e oito dos convidados.
Entre os convidados estão os jornalistas da TV Globo Mariana Gross e Alex Escobar, que cobrem os desfiles; o diretor de Redação do EXTRA, Humberto Tziolas; a editora executiva de O GLOBO, Flávia Barbosa; o arquiteto e escritor Miguel Pinto Guimarães; o roteirista do carnaval Globeleza entre 2011 e 2023, Bruno Weikersheimer; o ex-jogador do Clube de Regatas do Flamengo e da Seleção Brasileira, Junior; e a atriz e rainha de bateria Quitéria Chagas.
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