Beija-Flor de Nilópolis na Cidade do Samba

Beija-Flor de Nilópolis

Raissa de Oliveira rainha da bateria da agremiação exibiu um corpo escultural, a morena está em belíssima forma. Desde os 12 anos de idade Raissa está reinando a frente da bateria.

A escola se destacou por sua alegria e animação, outro ponto forte, foram as fantasias usadas pelos componentes que desfilaram, com cores alegres e vibrantes deram um tom todo especial na passarela da cidade do Samba.

Selminha Sorriso e claudinho com um bailado inconfundível, gracioso e elegante, crusaram a avenida dando uma prévia do que virá na Sapucaí. Pina a “Cinderela Negra ” que encantou o mundo, também estava presente no desfile.

O carro de som da agremiação animou a todos os presentes cantando sambas que fizeram história na cidade do Samba.

Fundação25/12/1948
CoresAzul e Branco
Presidente de HonraAniz Abrahão David
PresidenteAlmir Reis
QuadraRua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025 – Nilópolis – RJ. Cep: 26.050-032
Telefone Quadra(21) 2791-2866
BarracãoCidade do Samba (Barracão nº 11) – Rua Rivadávia Correa, nº 60 – Gamboa. Cep: 20.220-290
Telefone Barracão(21) 2233-5889
Sitehttp://www.beija-flor.com.br
Enredo 2022“Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor”
CarnavalescoAlexandre Louzada
Diretor de CarnavalDudu Azevedo
IntérpreteNeguinho da Beija-Flor
Mestres de BateriaRodney e Plínio
Rainha de BateriaRaíssa de Oliveira
Mestre-Sala e Porta-BandeiraClaudinho e Selminha Sorrizo
Comissão de FrenteMarcelo Misailidis
Letra
A nobreza da corte é de Ébano
Tem o mesmo sangue que o seu
Ergue o punho, exige igualdade
Traz de volta o que a história escondeu
Foi-se o açoite, a chibata sucumbiu
Mas você não reconhece o que o negro construiu
Foi-se ao açoite, a chibata sucumbiu
E o meu povo ainda chora pelas balas de fuzil
Quem é sempre revistado é refém da acusação
O racismo mascarado pela falsa abolição
Por um novo nascimento, um levante, um compromisso
Retirando o pensamento da entrada de serviço

Versos para cruz, conceição no altar
Canindé Jesus, ô Clara!!
Nossa gente preta tem feitiço na palavra
Do Brasil acorrentado, ao Brasil que escravizava

E o Brasil escravizava!!

Meu pai Ogum ao lado de Xangô
A espada e a lei por onde a fé luziu
Sob a tradição Nagô
O grêmio do gueto resistiu
Nada menos que respeito, não me venha sufocar
Quantas dores, quantas vidas nós teremos que pagar?
Cada corpo um orixá! Cada pele um atabaque
Arte negra em contra-ataque
Canta Beija Flor! Meu lugar de fala
Chega de aceitar o argumento
Sem senhor e nem senzala, vive um povo soberano
De sangue azul nilopolitano

Mocambo de crioulo: Sou eu! Sou eu!
Tenho a raça que a mordaça não calou
Ergui o meu castelo dos pilares de Cabana
Dinastia Beija Flor!

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